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Girl’s Best Friend

Bergen é uma cidade bike-friendly, ou seja, ela convida você a ter uma bicicleta pois tem várias ciclovias ligando a cidade toda, tem um ótima sinalização, com placas aos longo do caminho te dando direção e distancia, e você ainda pode pegar ônibus com ela. Outras vantagens que a cidade oferece são clima, segurança e por ser uma cidade pequena nada fica muito longe. E essa semana o Estado anunciou novas ciclovias que serão construídas ao longo de 2015 .

Novas trechos de ciclovias que serão construídos em 2015

Novas trechos de ciclovias que serão construídos em 2015

Girl’s Best Friend Tudo isso pra dizer que eu tenho uma amiga nova! Ele é rodada, parece um pouco sem estilo de longe, mas lembra minha Ceci Lilás que ganhei de natal à mil anos atrás. Apesar de se bege, prevejo uma renovação no mais famoso estilo faça-você-mesmo. Ontem eu e Bjørn fomos comprá-la e eu voltei na garupa enquanto ele pedalava. Gente me deem uma licença pra ser piegas aqui, mas que momento romântico e delicioso foi voltar na garupa da bicicleta! Falei pro Bjørn que ontem me apaixonei por ele de novo. ♥

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E voltamos a programação normal

Depois de qualquer coisa que faço, gosto de parar e pensar um pouco em como tudo foi feito. Na verdade eu sempre gosto de pensar de mais nas coisas, às vezes ajuda, às vezes não. Na maioria das vezes ajuda.

A primeira coisa que me veio a cabeça foi que vir para Noruega é bem parecido com ouvir música experimental pela a primeira vez: no começo você não entende muita coisa, não sabe do que se trata e se sente um pouco sozinha num meio inóspito. Porém a partir do momento em que você abre seu coração, você começa ver a beleza, entender os sons, como funciona e cria coragem de conversar com outras pessoas. Tá certo que você ainda não entende tudo, mas já entende muito mais do que quando começou.

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O que eu mais sinto falta.

Essa semana fez seis meses que estou morando na Noruega.  E o que são seis meses dentro de 33 anos (faltam 21 dias OMG!)? Colocar coisas em perspectiva me ajuda muito.

É difícil dizer do que eu mais sinto falta. Pessoas, família, comida… tudo faz parte de um tempo e de um conjunto que não é meu presente, então dizer o que mais sinto falta é bem complicado. E essa dificuldade de dizer uma coisa me deixa bem feliz, porque quer dizer que estou me adaptando bem aqui. Coisas materiais não me fazem mais tanta falta.

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Sobre a vida, a morte e o tempo.

“Imagine que você está num momento muito difícil da sua vida, que o faz questionar qual direção tomar, e DEUS te envia uma carta. E eu pergunto, o que você gostaria de ouvir sobre si mesmo? Qual o conteúdo da carta que gostariam de receber?”

Essa foi a pergunta que uma amiga pediu para que respondêssemos para ajuda-la com uma trabalho. E fiquei impressionada como uma simples questão, aberta para qualquer resposta, ou inclusão em qualquer ambiente, e sem nenhuma necessidade, da minha parte, de ser respondida, pode ter mexido tanto comigo. Eu nem sei se acredito em Deus, mas se eu recebesse uma carta, eu sei o que eu ia querer ler.

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A melhor pior semana de Bergen.

Essa semana que passou era para ter sido a semana mais difícil desde que vim morar aqui. Segunda passada meu marido viajou a trabalho para ficar uma semana fora. E viajou para onde? Para o Brasil é claro.

Já era sabido que mais cedo ou mais tarde essa viagem ia acontecer. Houve até uma vez que ele quase viajou as pressas e sem aviso prévio e eu quase entrei em colapso com a ideia de ficar sozinha na cidade. Pelo menos a viagem dessa vez foi planejada com antecedência suficiente para que eu pudesse organizar as ideias e não surtar e acabar deprimida no sofá os 7 dias.  Mas melhor do que planejar é ver as coisas acontecerem melhor do que o planejado

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