E voltamos a programação normal

Depois de qualquer coisa que faço, gosto de parar e pensar um pouco em como tudo foi feito. Na verdade eu sempre gosto de pensar de mais nas coisas, às vezes ajuda, às vezes não. Na maioria das vezes ajuda.

A primeira coisa que me veio a cabeça foi que vir para Noruega é bem parecido com ouvir música experimental pela a primeira vez: no começo você não entende muita coisa, não sabe do que se trata e se sente um pouco sozinha num meio inóspito. Porém a partir do momento em que você abre seu coração, você começa ver a beleza, entender os sons, como funciona e cria coragem de conversar com outras pessoas. Tá certo que você ainda não entende tudo, mas já entende muito mais do que quando começou.

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Bergen sua linda ou: como arrumei um trabalho aqui.

Semana passada foi de acontecimentos. Foi uma semana que fiz muitos contatos e que novos projetos começaram e me fez sentir que Bergen gosta de mim.

Tudo começou através de uma amiga portuguesa que postou sobre trabalho voluntário em um festival de música experimental que vai acontecer no início de março. Só para explicar um pouco, acho que aqui é bem comum trabalho voluntário em diferentes lugares e não necessariamente só pra ajudar os que precisam. Além de diferentes festivais de música, já vi também casas de show/bares terem em seus sites um cantinho reservado para frivilling. Eu, que já estava me escrevendo para um outro festival que vai acontecer em junho, pensei em porque não me inscrever nesse também?

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